Assistência Domiciliar no Brasil:
o hospital termina na alta, mas o cuidado não
Mercado atual, desafios e tendências do Home Care sob a perspectiva da Transição de Cuidados
Editorial científico | TV Humana | Agosto de 2026
|
IDEIA CENTRAL |
Uma mudança estrutural no lugar do cuidado
Durante grande parte do século XX, o hospital foi considerado o centro natural da assistência à saúde. O envelhecimento populacional, a crescente prevalência de doenças crônicas, o avanço tecnológico e a pressão sobre custos e leitos estão modificando esse paradigma. A pergunta já não é apenas “quando o paciente pode receber alta?”, mas “onde e como ele poderá continuar recebendo cuidado com segurança?”.
É nesse contexto que a Assistência Domiciliar — ou Home Care — ganha relevância. Mais do que transferir um paciente do hospital para sua residência, trata-se de redesenhar o percurso assistencial. Em sua forma mais madura, a casa passa a integrar a rede de saúde, conectando hospital, atenção primária, especialistas, reabilitação, cuidados paliativos, profissionais de assistência domiciliar, paciente e família. A literatura brasileira reconhece esse potencial reorganizador, embora também mostre desigualdades de oferta e dificuldades de integração à Rede de Atenção à Saúde [1,2].
Um mercado impulsionado pelo envelhecimento
O primeiro motor dessa mudança é demográfico. Entre 2000 e 2023, a proporção de brasileiros com 60 anos ou mais passou de 8,7% para 15,6%; nas projeções oficiais, poderá chegar a 37,8% em 2070 [3]. Isso significa maior prevalência de multimorbidade, fragilidade, limitações funcionais, demências, doenças cardiovasculares, câncer e outras condições que exigem acompanhamento longitudinal.
Envelhecimento, entretanto, não significa necessariamente hospitalização. Quanto maior a população de idosos frágeis e pacientes crônicos, menos racional se torna organizar todo o cuidado ao redor do hospital. A atenção domiciliar tende a ocupar um espaço crescente entre a atenção primária, a assistência ambulatorial, a internação hospitalar e os cuidados de longa duração [4].
O SUS e a consolidação do domicílio como ponto da rede
No sistema público, o Programa Melhor em Casa é uma das principais estruturas organizadoras da Atenção Domiciliar. A Portaria GM/MS nº 3.005/2024 atualizou as regras do Serviço de Atenção Domiciliar e do programa, reforçando a integração com a rede e as modalidades de cuidado [5]. Em 2026, o Ministério da Saúde mantém relação consolidada das equipes habilitadas e instrumentos para avaliação de elegibilidade e complexidade [6].
No final de 2025, outro passo relevante foi a instituição do Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi), coordenado pela Atenção Primária e voltado a pessoas idosas restritas ao domicílio, com foco em avaliação multidimensional, funcionalidade, plano de cuidados e suporte à família e aos cuidadores [7].
A literatura brasileira mostra, contudo, que a existência do serviço não elimina as rupturas de percurso. Em estudo com 254 pacientes acompanhados pelo Melhor em Casa, a admissão no programa ocorreu, em média, 11,93 dias após a alta hospitalar, sinalizando a necessidade de articulação mais ágil entre hospital, atenção domiciliar e atenção primária [8].
Desospitalizar não é simplesmente dar alta
Existe uma diferença fundamental entre alta hospitalar e transição segura. Um paciente pode estar clinicamente apto a sair do hospital e, ainda assim, não estar preparado para permanecer em casa. Medicamentos podem ter sido alterados; equipamentos precisam estar disponíveis; o cuidador precisa compreender o plano terapêutico; feridas, dietas enterais, oxigenoterapia, ventilação ou terapias intravenosas podem exigir infraestrutura e acompanhamento.
Transições hospital-domicílio são vulneráveis a falhas de comunicação, fragmentação e dificuldades no manejo de tratamentos complexos [9]. Programas estruturados costumam combinar planejamento individualizado, reconciliação medicamentosa, educação do paciente e cuidador, acompanhamento precoce e coordenação multiprofissional. Em pacientes de alto risco com insuficiência cardíaca, uma intervenção de transição associada ao cuidado domiciliar esteve relacionada a menor probabilidade de reinternação [10].
A evidência também recomenda cautela. Um ensaio randomizado recente em idosos não demonstrou redução estatisticamente significativa das reinternações não planejadas em 30 dias, embora tenha encontrado benefícios em desfechos secundários, incluindo menor número de reinternações ao longo de 90 dias e melhor experiência de transição [11]. Portanto, Home Care não é automaticamente sinônimo de melhores resultados: seleção adequada, desenho assistencial e continuidade são determinantes.
Economia do cuidado: olhar para a jornada completa
Existe forte interesse econômico na Assistência Domiciliar porque o hospital é uma estrutura intensiva em recursos. Em um Serviço de Atenção Domiciliar público brasileiro, estudo baseado em dados de 2014 encontrou custo médio paciente/dia de R$ 28,26 no domicílio e R$ 294,46 na internação hospitalar [12]. Esses valores são históricos e contextuais e não devem ser generalizados para 2026, mas ilustram o potencial de eficiência em pacientes adequadamente selecionados.
A literatura internacional sobre atenção primária domiciliar também descreve potencial de redução de utilização institucional e custos entre pacientes complexos [4]. A pergunta mais útil, portanto, não é “casa ou hospital: qual é mais barato?”, mas “qual ambiente entrega o melhor resultado clínico, funcional e humano para este paciente, considerando o custo total da jornada?”.
Do Home Care tradicional ao Hospital at Home
Uma das tendências mais importantes é o Hospital at Home: oferecer no domicílio, para pacientes criteriosamente selecionados, cuidados de intensidade hospitalar. No Brasil, Bruzamolin, Gaspar e Oliveira destacaram que o modelo privado de internação domiciliar se estruturou historicamente com forte utilização de enfermagem contínua e propuseram um modelo apoiado em equipe multiprofissional, participação do parceiro de cuidado, gestão clínica baseada em dados e saúde digital [13].
Essa transição sugere uma mudança de lógica: menos foco isolado em horas de presença profissional e maior atenção ao risco clínico, aos desfechos e à intensidade assistencial necessária em cada fase do episódio.
Tecnologia: a casa conectada
Telemonitoramento, dispositivos conectados, prontuários interoperáveis, telemedicina, sensores e inteligência artificial ampliam a capacidade de acompanhar pacientes fora das paredes hospitalares. Revisão recente descreve a integração de Internet das Coisas, inteligência artificial e assistência digital aos percursos de transição como uma fronteira para melhorar coordenação, segurança e resposta precoce à deterioração clínica [14].
No SUS, a própria regulamentação da atenção domiciliar já incorpora a telessaúde como possibilidade organizacional [5]. Tecnologia, porém, não substitui cuidado: seu valor está em permitir que equipes reconheçam risco mais cedo, priorizem intervenções e mantenham o paciente conectado à rede.
O cuidador: o recurso essencial que não pode permanecer invisível
Grande parte do sucesso do Home Care depende de familiares. São eles que frequentemente administram medicamentos, auxiliam higiene e alimentação, observam alterações clínicas e acionam profissionais. Essa participação pode aumentar autonomia e segurança, mas também gerar sobrecarga.
Em estudo brasileiro com 127 cuidadores de pacientes do Melhor em Casa, 89,8% eram mulheres, 38,6% apresentavam sobrecarga moderada a grave e 78,7% relataram mudanças na rotina diária [15]. A literatura internacional recente reforça que cuidadores informais são fundamentais na transição hospital-domicílio, mas ainda são insuficientemente incorporados ao planejamento da alta e às decisões assistenciais [16].
Desospitalização não pode significar transferência silenciosa de responsabilidade do sistema para a família. O cuidador deve ser reconhecido como parte da unidade assistencial, com avaliação de capacidade, educação, suporte e canais claros de comunicação.
Qualidade e segurança precisam acompanhar o crescimento
À medida que procedimentos mais complexos migram para casa, indicadores de qualidade também precisam migrar. Infecção relacionada à assistência, lesão por pressão, erros de medicação, quedas, eventos com dispositivos, idas à emergência, reinternações, experiência do paciente, carga do cuidador e recuperação funcional devem ser sistematicamente monitorados.
Um estudo brasileiro recente em assistência domiciliar privada encontrou baixa incidência e mortalidade por pneumonia associada à ventilação mecânica no serviço avaliado, demonstrando que pacientes tecnologicamente dependentes podem ser acompanhados no domicílio, mas também reforçando a necessidade de vigilância e protocolos específicos [17].
O setor precisa avançar de uma cultura predominantemente baseada em produção — visitas, plantões e procedimentos — para uma cultura baseada em desfechos.
O principal desafio brasileiro: integração
Talvez o maior obstáculo ao amadurecimento do Home Care no Brasil seja a fragmentação. Hospital, operadora, empresa de atenção domiciliar, médico assistente, atenção primária, emergência, farmácia, reabilitação, laboratório e família frequentemente funcionam como componentes separados. O paciente, entretanto, é um só.
Uma metassíntese qualitativa identificou relações, comunicação, resiliência e continuidade da cadeia de transferência do cuidado como elementos centrais para transições hospital-domicílio bem-sucedidas [18]. No Brasil, estudos também apontam desigualdade regional e dificuldades para integrar efetivamente a atenção domiciliar à rede [1,2]. O desafio, portanto, não é apenas construir mais Home Care: é construir continuidade.
Seis tendências para os próximos anos
1. Expansão da demanda associada ao envelhecimento, multimorbidade e fragilidade.
2. Crescimento de modelos intermediários entre hospital e ambulatório, incluindo Hospital at Home, reabilitação, cuidados paliativos e terapias infusionais no domicílio.
3. Digitalização do cuidado, com telemonitoramento, dispositivos conectados, inteligência artificial e interoperabilidade.
4. Maior estratificação de risco e personalização da intensidade assistencial.
5. Migração gradual de remuneração por volume para modelos orientados a episódios, risco, qualidade e valor.
6. Integração cada vez maior entre Home Care e Transição de Cuidados, com responsabilização longitudinal pelos resultados após a alta.
Conclusão: a casa como novo ponto da rede
O futuro da Assistência Domiciliar não deve ser uma disputa entre hospital e casa. Hospitais continuarão indispensáveis para pacientes que necessitam de cirurgia, terapia intensiva, diagnóstico complexo e intervenções de alta densidade tecnológica.
A questão estratégica é outra: quantos pacientes permanecem no hospital porque realmente precisam estar lá — e quantos permanecem porque ainda não construímos uma alternativa suficientemente segura fora dele?
O Brasil combina envelhecimento acelerado, pressão sobre capacidade hospitalar, custos crescentes e tecnologias capazes de levar ao domicílio cuidados antes restritos às instituições. Transformar essa oportunidade em um modelo sustentável exigirá integrar dados, desenvolver profissionais, apoiar cuidadores, definir elegibilidade, monitorar desfechos e alinhar incentivos.
Desospitalização não é retirar alguém do hospital. É garantir continuidade depois que ele sai. Quando bem estruturada, a Assistência Domiciliar não é um hospital menor instalado na residência: é um sistema de saúde capaz de acompanhar o paciente onde a vida realmente acontece.
Referências bibliográficas
1. Rajão FL, Martins M. Home care in Brazil: an exploratory study on the construction process and service use in the Brazilian Health System. Cien Saude Colet. 2020;25(5):1863-1877. doi:10.1590/1413-81232020255.34692019. Disponível em: https://consensus.app/papers/home-care-in-brazil-an-exploratory-study-on-the-rajo-martins/d334807bb07456dfb10b4e496417c69a/?utm_source=chatgpt
2. Sousa CRS, Sousa MS. Atenção domiciliar em saúde no Brasil: visão dessa política por uma revisão integrativa. Rev Bras Promoc Saude. 2019;32:1-9. doi:10.5020/18061230.2019.9250. Disponível em: https://consensus.app/papers/ateno-domiciliar-em-sade-no-brasil-viso-dessa-poltica-por-sousa-sousa/8e539a7ec7045bc8bc2b7bfcf2199c0b/?utm_source=chatgpt
3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Projeções e estimativas de população: você sabe o que são? Rio de Janeiro: IBGE; 2024 [citado 26 ago 2026]. Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-especiais/22435-projecoes-e-estimativas-de-populacao-voce-sabe-o-que-sao
4. Schuchman M, Fain M, Cornwell T. The resurgence of home-based primary care models in the United States. Geriatrics (Basel). 2018;3(3):41. doi:10.3390/geriatrics3030041. Disponível em: https://consensus.app/papers/the-resurgence-of-homebased-primary-care-models-in-the-schuchman-fain/5b46a1ac3c765af587d57741730fc361/?utm_source=chatgpt
5. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 3.005, de 2 de janeiro de 2024. Atualiza as regras do Serviço de Atenção Domiciliar e do Programa Melhor em Casa. Brasília: Ministério da Saúde; 2024 [citado 26 ago 2026]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2024/prt3005_05_01_2024.html
6. Brasil. Ministério da Saúde. Programa Melhor em Casa: publicações e equipes habilitadas [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2026 [citado 26 ago 2026]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/melhor-em-casa/publicacoes
7. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 9.584, de 22 de dezembro de 2025. Institui o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa - Padi. Brasília: Ministério da Saúde; 2025 [citado 26 ago 2026]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2025/prt9584_23_12_2025.html
8. Pinho S, Silva Junior RF, Silva CV, Pinho L, Silva RRV, Costa SM. Clinical aspects of patients in home treatment for the Best at Home and de-hospitalization. Rev Pesqui Cuid Fundam Online. 2023;15. doi:10.9789/2175-5361.rpcfo.v15.12645. Disponível em: https://consensus.app/papers/clinical-aspects-of-patients-in-home-treatment-for-the-best-pinho-junior/a50800d32d6555bbaaaacee631834946/?utm_source=chatgpt
9. Naylor M, Toles M. The challenge of providing evidence-based transitional care. Investig Enferm Imagen Desarr. 2021;23. doi:10.11144/javeriana.ie23.cpet. Disponível em: https://consensus.app/papers/the-challenge-of-providing-evidencebased-transitional-naylor-toles/a9f0b6e708ca5395913d997ed0ae4f8c/?utm_source=chatgpt
10. Russell D, Rosati RJ, Sobolewski S, Marren J, Rosenfeld P. Implementing a transitional care program for high-risk heart failure patients. J Healthc Qual. 2011;33:17-24. doi:10.1111/j.1945-1474.2011.00167.x. Disponível em: https://consensus.app/papers/implementing-a-transitional-care-program-for-highrisk-russell-rosati/5c7c28a281fb50cea5268644a9367c17/?utm_source=chatgpt
11. Murray J, Baird K, Brealey S, et al. Improving the safety and experience of transitions from hospital to home: a cluster randomised controlled trial of an intervention to involve older people in their care (Your Care Needs You). Age Ageing. 2025;54. doi:10.1093/ageing/afaf142. Disponível em: https://consensus.app/papers/improving-the-safety-and-experience-of-transitions-from-murray-baird/7fd7b3bdcf2e5a0cb0609964ad813675/?utm_source=chatgpt
12. Reis GFM, Soler ZASG, Jerico MC, Maloni AAS, Jericó PC, Jericó PPC. Análise de custos de um serviço de Atenção Domiciliar público e o perfil dos pacientes assistidos. Cienc Cuid Saude. 2021;20. doi:10.4025/ciencuidsaude.v20i0.58959. Disponível em: https://consensus.app/papers/anlise-de-custos-de-um-servio-de-ateno-domiciliar-pblico-e-o-reis-soler/74af573c912659c6b7824298a0037a88/?utm_source=chatgpt
13. Bruzamolin R, Gaspar H, Oliveira CF. Hospital at Home: a new model of Home Care in Brazil. Hosp Domic. 2023;7(3). doi:10.22585/hospdomic.v7i3.194. Disponível em: https://consensus.app/papers/hospital-at-home-a-new-model-of-home-care-in-brazil-bruzamolin-gaspar/465d097252a05f019453bd47e035c99c/?utm_source=chatgpt
14. Anghel I, Cioara T, Bevilacqua R, et al. New care pathways for supporting transitional care from hospitals to home using AI and personalized digital assistance. Sci Rep. 2025;15. doi:10.1038/s41598-025-03332-w. Disponível em: https://consensus.app/papers/new-care-pathways-for-supporting-transitional-care-from-anghel-cioara/20b0f4cec7f05b00b61446ebf1c4168d/?utm_source=chatgpt
15. Cruz MEA, Silva DVA, Carmo JR, et al. Sobrecarga do cuidador de pacientes atendidos na atenção domiciliar. Rev Enferm UFPE Online. 2020;14. doi:10.5205/1981-8963.2020.244235. Disponível em: https://consensus.app/papers/sobrecarga-do-cuidador-de-pacientes-atendidos-na-ateno-cruz-silva/c53e472c9d9d5076865a4bb729239f18/?utm_source=chatgpt
16. Pereira F, Bolduc C, Melly P, Renggli V. Informal caregivers in transitional hospital-to-home care for older people: addressing gaps in pre-discharge collaboration for enhanced patient outcomes. Patient Prefer Adherence. 2025;19:3159-3167. doi:10.2147/PPA.S532419. Disponível em: https://consensus.app/papers/informal-caregivers-in-transitional-hospitaltohome-care-pereira-bolduc/f3995e253fde5de492e9f0b7f1739ab0/?utm_source=chatgpt
17. Cezar FS, Jacober FC, Gonçalves HAG, Cantarini KV, Oliveira CF. Perfil de pacientes na assistência domiciliar privada que desenvolveram pneumonia associada à ventilação. Rev Bras Enferm. 2024. doi:10.1590/0034-7167-2023-0146pt. Disponível em: https://consensus.app/papers/perfil-de-pacientes-na-assistncia-domiciliar-privada-que-cezar-jacober/418b923cef0456059c0a1b965fe78bf0/?utm_source=chatgpt
18. Sun M, Liu L, Wang JN, Zhuansun M, Xu TY, Qian YM, Dela Rosa RD. Facilitators and inhibitors in hospital-to-home transitional care for elderly patients with chronic diseases: a meta-synthesis of qualitative studies. Front Public Health. 2023;11:1047723. doi:10.3389/fpubh.2023.1047723. Disponível em: https://consensus.app/papers/facilitators-and-inhibitors-in-hospitaltohome-sun-liu/ae4f198acd3c5965932da1d6f0099800/?utm_source=chatgpt
Nota editorial
Os valores econômicos históricos citados no texto são apresentados com o ano-base do estudo e não representam preços correntes de 2026. O documento prioriza fontes científicas revisadas por pares e documentos oficiais para afirmações regulatórias e demográficas.